Hoje, sete em cada dez casamentos acabam em divórcio: a separação já não é um estigma.
Banalizado, nem por isso o divórcio deixa de ser um processo individual doloroso, que provoca uma gigantesca mudança de vida.
Este livro pretende ajudar todos os que estão a passar por este processo ou a ponderar a ideia poderem ter informação útil para ajudar neste momento solitário.
O que têm em comum o dia 25 de Julho de 1139, 27 de Junho 1214, 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 26 de Maio de 1969, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016?
Foram todos dias em que os portugueses experimentaram uma espontânea e absolutamente genuína
sensação de felicidade! Os dias em que Portugal foi Feliz é uma compilação do melhor de Portugal.
A melhor prova de quanto nos podemos amar está nas cartas.
Cartas de amor escreveram-nas reis e escravos, romancistas e comerciantes. Até ditadores. Este livro reúne 51 cartas comoventes, eufóricas, apaixonadas e sofridas.
Foram escritas por grandes figuras, de Virginia Woolf a Beethoven, de Napoleão a Karl Marx. Estas cartas ensinam-nos a amar.
Dão-nos lições de dignidade, de paixão, de amorosa resignação. Ensinam-nos os caminhos da alegria, do desejo e da perda.
Às grandes figuras da História juntam-se figuras da nossa História recente. Primeiro, as cartas que Maria Barroso escreveu a Mário Soares, nos anos da ditadura de Salazar, cartas ditadas pela separação que a prisão e o exílio forçaram. A seguir, cartas de amor de António José Saraiva, escritor e historiador.
A fechar, a escritora Rita Ferro e o jornalista Fernando Correia escrevem cartas ao Amor Eterno, a esse amor perene que enche a nossa vida de esperança.
«Os Livros Estão Loucos», contados tipo aos jovens, tornam fácil o que parecia difícil: colar os olhos dos jovens às páginas de um livro.
Alice no País das Maravilhas, D.Quixote de la Mancha, Os Três Mosqueteiros e O Cão dos Baskerville foram os títulos que escrevi para esta coleção linda!
Jorge Mario Bergoglio era um jovem estudante. Ia sair com os amigos, naquele dia 21 de Setembro de 1953, quando teve uma revelação.
Entrou na paróquia do seu bairro e confessou-se. Quando saiu, já não era o mesmo.
Tinha ouvido um chamamento. Percebeu nesse momento que iria ser padre.
O que certamente não imaginava é que, depois de convencer a mãe da sua escolha, depois de enfrentar a morte aos 21 anos, depois da atracção amorosa por raparigas o ter incendiado de dúvidas, depois de escolher ser jesuíta, depois de defender convicções sociais e morais que quase o fizeram ser afastado da Igreja, acabaria por ser eleito papa, convertendo-se na inspiração de milhões e milhões de seres humanos, cristãos ou não.
O livro com os principais factos da vida do papa Francisco. O registo dos actos e palavras com que despertou a simpatia de todos e que o tornou a inspiração de milhões de seres humanos.
Quando a mãe o levou pela mão até ao comboio para que, com apenas 10 anos, fosse trabalhar para uma padaria nos arredores de Lisboa, nunca imaginou que o filho, de tez clara e com uns enormes olhos azuis que deixavam boquiaberta a pequena aldeia do Alto Douro, percorresse um caminho que o levaria ao estrelato.
Emanuel partilha muitos momentos emocionantes, num livro sincero e transparente, que é também uma homenagem a todos os portugueses que tiveram de deixar a sua terra e a família em busca de uma vida melhor. Eu fui a caneta do Emanuel para que pudesse contar a sua comovente história.